Nesta postagem a proposta é registrar a necessidade da colaboração da galera que adotou a Bike como ‘melhor amiga’.
Nossa atividade possui riscos inerentes, portanto devemos prestar atenção nos detalhes para que o entusiasmo dê lugar à preocupação e responsabilidade nas posturas mínimas e para que tenhamos pedais mais organizados, envolventes e protegidos.
O Condutor de Percurso determina a velocidade do deslocamento e os pontos de ‘encaixe’ com o trânsito, põe o grupo em posições protegidas de acordo com a necessidade.
Paralelamente os Guias ajudam na visibilidade e ordenação de todo o grupo e por fim o Fechador com rádio sempre sinaliza à frente para as devidas providências.
Seguem algumas posturas que ajuda a galera do Pedal em Grupo:
1- Atenção em todos os momentos, tanto com o chão (por onde passamos), quanto com as manobras, suas habilidades e situações do trânsito, fique atento para as determinações dos Guias, pois esses estarão em consonância com o Condutor que indica o caminho e as posições do grupo nas ruas;
2- Não faça manobras abruptas no meio da galera, a maioria dos pedaia noturnos e em grupo são ‘passeios’, uma forma de entretenimento e diversão que toda semana deve proporcionar momentos de lazer;
3- A gritaria de ‘direita!’ dos Guias, foi algoz de alguns grupos, para isso a galera não pode ‘amontoar’ nas paradas de faróis, ‘abrindo’ e ocupando mais de 1 (uma) faixa, inclusive deve-se o tempo todo ocupar somente 1 (uma) faixa mesmo em deslocamento;
4- O ideal é que o grupo tenha rádio comunicador entre o Condutor de Percurso e o Fechador, isso faz que você fique à vontade no seu ritmo, e para que ninguém fique desgarrado;
5- Pedalamos em grupo para aumentar a segurança, percorremos ruas que fazem parte da cidade culturalmente ativa, nossos problemas com o trânsito são mínimos, pois os motoristas estão cada vez mais acostumados conosco, então não vamos entrar em discussões inócuas que não levarão a lugar nenhum, deixe quieto qualquer problema e ‘bóra pedalar’!;
6- Os Guias teoricamente fecham os semáforos de cruzamentos pequenos para que o grupo passe sem interrupções, para isso é preciso que você se ‘conecte’ com o grupo e não deixe abrir o espaço a sua frente, uma dica é: sair rápido, em marcha leve e as mudanças de marcha com certa competência. Já no caso de semáforos maiores vamos respeitar a sinalização para evitar riscos;
7- Repasse avisos de ‘BuracÔ!’ para trás até o último;
8- Os grupos em geral espera sempre para o reagrupamento depois de qualquer situação que os separe, sejam subidas, semáforos fechados e etc...;
9- Vá preparado para ruas escuras com farol/lanterna dianteira e pisca traseiro.
Equipamentos de segurança como luva e capacete;
10- Faça manutenção na sua bike e tenha certeza de que seu pneu está com câmara revisada e bem instalada, pneus calibrados e cabos em boas condições;
11- E por último, leve o seu SORRISO!
Alemão
Condutor ABETA
Mostrando postagens com marcador pedal noturno. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pedal noturno. Mostrar todas as postagens
12 de fev. de 2009
10 de fev. de 2008
Iluminação noturna
Vou falar de Iluminação noturna na Bike, não quero "apavorar" mas o cara que pedala à noite e não usa nenhum tipo de iluminação, está querendo virar estatística, se acontece algo depois nem reclamar pode, pelo fato de não ser visto mesmo, reflexos, sombras, pontos mortos dos veículos e pessoas arrogantes contribuem para um esbarrão, utilizando uma lanterna traseira qualquer que seja, estará literalmente "botando" respeito e dizendo que não é qualquer um, mas sim um cidadão/ciclista que pratica o esporte e sabe de seus direitos e deveres, os quais estarei escrevendo insistentemente aqui no Blog.
Tive a idéia desta pauta porque no pedal de hoje um companheiro estava sem iluminação, a Bike trás um despojo, malaca, malandra, mas não insegura.
A moçada que utiliza a bike para passeios curtos daqui até a pracinha, ou para a casa de um amigo e volta pelo laderão ou pelo retão, não precisa acender sempre, mas tenha ela presa na bike acenda assim que necessário. Existe a máxima: "só vou na calçada...", duvido!
Eu uma época achei na 25 um tipo de pisca-pisca que eu punha no capacete do lado esquerdo traseiro, era do tamanho da ponta do dedo, mais a luz principal traseira para o canote do banco (o mais alto possível) acho o suficiente para um pedal visível.
Hoje vi de novo uma bike com luz traseira na altura do eixo traseiro, também não acho útil, a não ser que seja de apoio a uma iluminação correta que deve estar na altura das lanternas dos carros, pois assim a visão do motorista já está preparada para localizar luzes naquela altura que dá um range de 50cm a 1m de altura, tem gente do pedal responsável que também põe no capacete e ainda uma lanterna virada para trás, corretíssimo, somos a parte fraca da situação e saindo dessa teoria toda quanto melhor a iluminação traseira mais seguro você estará. Um amigo o Germán usa de xinfra na sua ‘city bike’, néons que piscam com o girar das rodas presos pelo bico ficam girando e piscando pela cidade noturna é BIZARRO! Mas é luz! O que não pode é por deslecho, esquecer as pilhas, lembrar mas desencanar e ir sem luz, aí não em galera.
Nosso lema é ERRO “0”!
Valeu
Tive a idéia desta pauta porque no pedal de hoje um companheiro estava sem iluminação, a Bike trás um despojo, malaca, malandra, mas não insegura.
A moçada que utiliza a bike para passeios curtos daqui até a pracinha, ou para a casa de um amigo e volta pelo laderão ou pelo retão, não precisa acender sempre, mas tenha ela presa na bike acenda assim que necessário. Existe a máxima: "só vou na calçada...", duvido!
Eu uma época achei na 25 um tipo de pisca-pisca que eu punha no capacete do lado esquerdo traseiro, era do tamanho da ponta do dedo, mais a luz principal traseira para o canote do banco (o mais alto possível) acho o suficiente para um pedal visível.
Hoje vi de novo uma bike com luz traseira na altura do eixo traseiro, também não acho útil, a não ser que seja de apoio a uma iluminação correta que deve estar na altura das lanternas dos carros, pois assim a visão do motorista já está preparada para localizar luzes naquela altura que dá um range de 50cm a 1m de altura, tem gente do pedal responsável que também põe no capacete e ainda uma lanterna virada para trás, corretíssimo, somos a parte fraca da situação e saindo dessa teoria toda quanto melhor a iluminação traseira mais seguro você estará. Um amigo o Germán usa de xinfra na sua ‘city bike’, néons que piscam com o girar das rodas presos pelo bico ficam girando e piscando pela cidade noturna é BIZARRO! Mas é luz! O que não pode é por deslecho, esquecer as pilhas, lembrar mas desencanar e ir sem luz, aí não em galera.
Nosso lema é ERRO “0”!
Valeu
7 de fev. de 2008
GRELHAS
Ano pasado, por meio de uma “grelha”, “da prefeitura” perdemos um amigo que deixará saudades o Paulinho,
ele caiu com a roda da frente nela e foi ao chão, devido a complicações do sistema respiratório, traquéia, laringe e pescoço, não resistiu e faleceu, isso fez com que o pessoal do pedal ficasse mais esperto com as malditas “grelhas” e até com seus itinerários.
Minha idéia de certificar ciclistas, passando a minha experiência, a de "dinissauros" das ruas e a de grupos que pedalam e focam suas atividades no ciclismo, vinha antes do ocorrido com nosso amigo, daí para a criação desse blog foi imediato.
Pergunto indignado, porque o "raio" da grelha tem o sentido da rua e não ao contrário? E aí? Vão trocar essas malditas? Conheço uma no cruzamento ............................ que daqui a pouco fará outra vítima, estou fotografando e postando aqui.
Marcadores:
ciclismo,
grelhas,
pedal noturno,
segurança,
segurança no ciclismo
Assinar:
Postagens (Atom)